Bom dia amigo, estou planejando uma viagem de cerca de um ano pela Europa, mochilando e fazendo work exchange dentro e fora da área Schengen. Entretanto, me deparo com o problema da passagem de volta, já que mochilando e conhendo novas pessoas posso mudar de destino facilmente, não tendo assim como prever onde estarei depois de 90 dias e para qual país fora da área que irei. Você tem alguma sugestão em como eu poderia contornar esse problema?
bom dia, eu vou viajar para paris/França em janeiro de 2019. vou ficar 15 dias. passagem ida e volta, seguro viagem, carta convite. só vou levar 200 euros em especie. nao tenho cartão de credito e meu nome está sujo. meu irmao é cidadao frances e lá é ele que vai bancar todas as minhas despesas. se eu for questionado na imigração qual seria a minha conduta? obs estarei de ferias do trabalho e levarei o aviso de ferias original e outro traduzido para o frances, carimbado pelo rh da empresa onde trabalho. 

Se visitou já anteriormente um país inimigo do país que vai visitar agora e se tem o visto desse país no passaporte, talvez seja preferível entregar esse pas­saporte e pedir um novo. Com efeito, mesmo que possua a restante documen­tação em ordem, o facto de no seu pas­saporte constar a visita ao país inimigo é suficiente para que lhe seja recusada a admissão no país que agora pretende visitar.
Antes de iniciar o preenchimento, selecione a cidade onde você fará o processo de solicitação do visto (no Brasil, você pode escolher entre São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Porto Alegre e Recife) e clique em “Start an Application”. Anote o número do seu formulário e a resposta à pergunta de segurança. Certifique-se também de que possui todas as informações que serão pedidas, como passaportes (o atual e, se tiver, antigos), contato no Brasil e endereço e telefone do local onde pretende ficar nos Estados Unidos.
Para a pré-entrevista no CASV, você deverá levar um passaporte válido, o formulário DS-160 impresso e o comprovante de pagamento da taxa do visto. Você também pode levar documentos adicionais que comprovem vínculos com o Brasil, como por exemplo, contra-cheques e extratos bancários recentes (no máximo 3), declaração de imposto de renda com a informações de bens que você possui, etc. A embaixada não obriga a apresentação desses documentos, mas recomenda. Pode ser também que eles não queiram recolher esse documentos nessa etapa, mas eu levaria por desencargo de consciência.
Dar gorjeta também é apropriado em salões de beleza e spas (corte de cabelo, manicure, massagem, etc., 15% do valor total da conta), carregadores no hotel ou no aeroporto (US$1 por mala), manobrista (US$2, quando ele entregar o seu carro), motorista de táxi (15% do valor da corrida) e serviço de camareira, se você estiver hospedado em hotel de alta categoria (US$1 - US$2 por dia de estadia). Em pacotes de turismo, os condutores e motoristas normalmente devem receber US$10 por dia do grupo como um todo: verifique se este valor já foi calculado no custo do pacote e, portanto, pré-pago. Para passeios turísticos locais, você poderá dar ao motorista ou guia uma gorjeta individual, caso este(a) tenha sido solícito(a) e informativo(a); a quantia fica a seu critério.
Prova de residência no seu país de origem, para onde tenha intenção de retornar ao final de sua viagem para os Estados Unidos.  Essa prova normalmente é estabelecida através de família, trabalho, propriedades e outros laços ou compromissos para com seu país de origem e que seja(m) suficiente(s) para forçar o solicitante a voltar quando do final de sua viagem.
Por um lado esta não exigência do visto facilita bastante o planejamento de viagem. Mas por outro, é justamente por não exigirem autorização prévia que é tão importante checar todos os documentos para viajar para Europa antes de embarcar. Na hora de passar pela imigração, sua entrada pode ser recusada caso você não esteja de posse de algum dos itens obrigatórios da lista.
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Visando alavancar o número de turistas, o Governo dispensou a exigência do visto brasileiro para cidadãos australianos, canadenses, japoneses e americanos. O decreto, publicado em junho deste ano, tem a intenção de incentivar os viajantes dessas nacionalidades a visitarem o país. A estimativa é de que, até 2022, o Brasil receba cerca de 12 milhões de turistas estrangeiros por ano.
Eu tive passaporte americano em 2004,quando vencido renovei para ir a periguinação religiosa para Israel,agora preciso renovar e ter o visto novo americano,em Setembro vou fazer um passeio em Nova York com umas amigas. Só que meu primeiro passaporte depois que ele foi anulado eu rasguei todo e coloquei no lixo.Agora quando fui preencher o DS 160,eles pergunta se você já viajou para os Estados Unidos se sua resposta é sim tem de colocar data da viagem e o número do passaporte, a data eu sei de ida e volta mais o número do passaporte não tenho mais. Pergunto o que fazer.
Para a pré-entrevista no CASV, você deverá levar um passaporte válido, o formulário DS-160 impresso e o comprovante de pagamento da taxa do visto. Você também pode levar documentos adicionais que comprovem vínculos com o Brasil, como por exemplo, contra-cheques e extratos bancários recentes (no máximo 3), declaração de imposto de renda com a informações de bens que você possui, etc. A embaixada não obriga a apresentação desses documentos, mas recomenda. Pode ser também que eles não queiram recolher esse documentos nessa etapa, mas eu levaria por desencargo de consciência.
Um visto é uma autorização oficial para entrar num país estrangeiro e viajar nesse país. O visto é geralmente carim­bado ou apenso ao passaporte pelo consulado do país estrangeiro em ques­tão. Na maioria dos casos, o visto indica o objectivo autorizado da viagem ao país a visitar (turismo, por exemplo) e o respectivo prazo de validade. No entanto, a concessão de um visto não garante a admissão no país para o qual foi concedido. Essa admissão está dependente da autoridade do posto de entrada, que pode ou não permiti-la.
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